A TALIDOMIDA NA MUSICA BRASILEIRA,OU A PROLIFERAÇÃO DOS EGOGÊNICOS

Fiz uma analogia um tanto satírica, a partir de um texto colhido no google, escrito por Mariana Araguaia, graduada em Biologia, da Equipe Brasil Escola, parodiando os transgênicos. Com isto, as adaptações feitas, transferindo a crise dos alimentos do corpo para o seu alimento espiritual, bateram de forma coincidente na totalidade da analise científica, com a cultura dos dias de hoje.

Egogênicos, ou neurônios geneticamente modificados (neologismo de alienação), são produzidos em estúdios de som, a partir da introdução de genes de outras espécies, com a finalidade de atribuir a eles características que não poderiam ser incorporadas de forma natural, ou por seleção artificial. Um exemplo é uma nova variedade estética, desenvolvida a partir de um gene da bactéria Globalizacius , que produz uma proteína extremamente tóxica à maioria dos cantores, compositores e músicos. Outros, mais ousados, incluem instrumentos supersônicos resistentes à singeleza de instrumentos consagrados, guitarras elétricas com anticorpos contra os instrumentos tradicionais, afinadores eletrônicos de vozes e arranjos diarreicos de seres egogênicos com uma mesmice adocicada pela tecnologia. 

A utilização destes organismos, e de produtos que os contém, é um tema de bastante destaque e controvérsias.

Os defensores – como as gravadoras multinacionais – afirmam que estes artistas são mais produtivos e resistentes, reduzem o uso de pesticidas regionalizantes e podem acabar com o problema da fome espiritual no mundo. Assim, segundo eles, a alienação se utiliza de menos recursos naturais, e melhora a vida dos produtores musicais, reduzindo a uma, todas as linguagens.



Já a vertente contrária frisa primeiramente as questões éticas, questionando até onde vai o direito humano de alterar a natureza; e aponta que, desde Stanislau Ponte Preta, sabe-se que o problema da fome de cultura não é em razão da falta de alimentos, mas sim à má distribuição destes – o que contraria o argumento dado por aqueles que defendem a alienação.



Além disso, algumas evidências já foram identificadas, como o fato de que o material genético egogênico suplanta o perímetro do pais de origem entre as culturas (definidos como “seguros” pelos meios de comunicação, patrocinados pelo poder econômico) , contaminando as criatividade convencionais, como no Brasil, pelo Rock e derivados; intoxicação de espécies animais e racionais por componentes de egogênicos, como o funk, etc; a resistência da alienação (e da praga do Jabá, a “lagarta-do-cartucho”) aos pesticidas, fazendo com que a utilização destes produtos, após alguns anos, supere de forma assustadora os valores utilizados em culturas convencionais 95% a mais, causando impactos psicológicos ainda maiores; a ocorrência de alergias ao samba, intolerâncias alimentares da própria cultura, e outros problemas fisiológicos (Se existisse um jornal brasileiro O Tupiniquim. por ex. teria divulgado uma pesquisa que apontava que cobaias alimentadas com uma dieta rica em dança funkeada, geneticamente modificada, desenvolveriam rins menores e alterações em seu sangue e em suas mentes); eliminação ou afastamento de polinizadores; e a possível monopolização da cultura nas mãos de grandes empresas, prejudicando a cultura familiar (esta que responde pela maior parte dos produtos culturais consumidos no Brasil). Quanto a este último fator, é interessante pontuar o caso dos gênios egogênicos estéreis, classificados como sendo do tipo “terminator”: por não se reproduzirem, fazem com que o produtor cultural tenha a constante necessidade de adquirir novos espécimes, além do egotóxico específico desta cultura, chamado Round-up, produzido pelas mesmas empresas.



Existe também a possibilidade desta moda diminuír ou anular o efeito de conscientização no cérebro (lembrando que em muitos deles são utilizados genes bacterianos); e a de se perder o controle sobre os indivíduos originais e os egogênicos, podendo causar impactos inestimáveis em toda a biodiversidade, como adição de novos genótipos, eliminação de espécies, exposição de indivíduos a novas tendências, redução da diversidade genética e interrupção da reciclagem de nutrientes de uma verdadeira transformação cultural, por ausência da energia mental. Vale ressaltar, que assim como a pesquisa feita por pesquisadores do Instituto Central de Animais Experimentais do Japão, publicado na revista científica Nature, que demonstrou que macacos transgênicos podem passar o gene implantado para os filhotes – significando que são reais tais possibilidades citadas, o mesmo se dá com os egogênicos.



Assim, percebe-se que, pelo menos até que mais estudos sejam feitos, até que melhorias na fiscalização sejam adotadas, e até que argumentos e resultados consistentes relativos ao extermínio da jabaculança deste tipo de produto sejam fornecidos, deveria ser considerado o princípio da precaução. A falta de créditos a esta prática foi que permitiu com que o mal da vaca louca pudesse também causar contaminações humanas, e que inúmeros bebês nascessem com deformidades pelo uso da talidomida por suas mães, durante a gestação.

Beijos
Sergio Ricardo

P.S. Proponho que se veja o filme de Silvio Tendler:O VENENO ESTÁ NA MESA. Está no Google.
Qualquer semelhança é mera realidade científica.

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2 respostas em “A TALIDOMIDA NA MUSICA BRASILEIRA,OU A PROLIFERAÇÃO DOS EGOGÊNICOS

  1. Parabéns! Uma matéria irretocável! Inclusive, com certeza, pela inteligência nada artificial dos dirigentes da Rede Midas… É o velho e conhecido Sistema… E vem aí, o BBB! Nada a fazer, Sergio! Existe uma Inteligência preservando e atuando diuturnamente pela sua manutenção…

  2. Obrigado Ricardo, por sua participação e pela clareza de sua resposta. Concordo plenamente, com exceção do conformismo expresso no “nada a fazer”. O artigo tem, primeiro, a pretenção de esclarecer a realidade das posturas adotadas por grande parte de meus colegas da música; segundo, é alertar a população e as autoridades passivas para o caos cultural em que a nação está mergulhada, para que unamos forças desbravando caminhos a tentar soluções.
    Um abraço.

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